Quando a vida não está fluindo, só significa que é preciso mudar. Não mudar de casa, de emprego, e muito menos mudar o outro, mas mudar a nós mesmos, esse sim o maior desafio. É muito fácil olhar para a vida das pessoas à nossa volta e dizer o que elas têm de fazer para transformar suas histórias. Outro dia, durante minha caminhada pela manhã, escutei um homem falando para o outro… “Esse aí só está interessado no que interessa a ele.” Ri cá comigo da frase que tinha a intenção de crítica, mas que trazia uma sabedoria incrível. O caminho para estar no controle da própria vida, é tirar o foco da vida do vizinho. A vida dele só interessa a ele, ou pelo menos deveria. A não ser que ele peça a sua opinião, a sua ajuda, mas ainda assim é preciso tomar cuidado para não assumir uma história que não é sua. No Brasil temos o costume de participar da vida do outro, o que a depender da situação pode ser maravilhoso. Uma conversa despretensiosa na fila de um banco, perguntar a um estranho que pareça estar perdido, se precisa de alguma informação… Isso cria um ambiente acolhedor, torna as relações em sociedade mais saudáveis e faz a vida realmente ser melhor. Mas meter o bedelho onde não foi chamado, é outra coisa. Imagine se o rim resolvesse fazer a função do coração porque achou que ele não estava bombando o sangue como deveria? Pode até ser que não estivesse mesmo, mas o resultado dessa “ajuda renal” seria um desastre para todo o corpo. Fica então o desafio, focar no seu e deixar o outro viver como achar melhor. Tenha interesse pelo que interessa a você e assuma o controle da sua vida.

Tudo de melhor!

 

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